sexta-feira, 23 de março de 2012

"Eu Hoje Joguei Tanta Coisa Fora..." Carlos Drummmond de Andrade

“Não importa onde você parou…
Em que momento da vida você cansou…
O que importa é que sempre é possível e necessário “recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
É renovar as esperanças na vida e o mais importante…
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado…
Chorou muito? Foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes? É por que fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido? Era o indício da tua melhora…
    Pois… agora é hora de reiniciar… de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego? Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado… diferente?
Um novo curso… Ou aquele velho desejo de aprender a pintar… desenhar…
dominar o computador… qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio… quanta coisa nova nesse mundo de meu Deus te esperando.
Está se sentindo sozinho? besteira…
tem tanta gente que você afastou com o seu período de isolamento
 tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza… nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis… o mal humor vai comendo nosso fígado… até a boca fica amarga.
Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Ir alto… sonhe alto…Queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida…
Pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos…
Se pensamos pequeno… coisas pequenas teremos…
Se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor… o melhor vai se instalar na nossa vida.
É hoje o dia da faxina mental… joga fora tudo que te prende ao passado…
ao mundinho de coisas tristes… fotos… peças de roupa…
papel de bala… ingressos de cinema… bilhetes de viagens…
e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados…
jogue tudo fora… mas principalmente…
esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor…
Lembre-se somos apaixonáveis…
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas…
Nós somos o “Amor”…
 
Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 2 de março de 2012

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.

Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido...
E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo. E disse à ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito, mais do que você imagina!
Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.

Ela chegava em casa, olhava a flor e as flores ainda estavam lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto.
Até que um dia, sem mais nem menos a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.


A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família.
Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela.
Cuide das pessoas que você ama!


E você?
Tem cuidado das bênçãos que Deus tem lhe dado?
Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos do Senhor:
Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Em Todos Os Dias.... Te Amo!


 Mesmo não te tocando estarei  te sentindo.
E, por onde você estiver passando com meus pensamentos estarei te seguindo.
Nos seus olhos eu me vejo.
Encanto-me com teu sorriso
Estar ao teu lado é o meu desejo, em tua alma estão meus sentidos. Você é minha vontade.
Um sonho bonito que estarei vivendo.
Até transformar-se em realidade!

Te amooo!!!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Que eu me permita...

Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais. Falar menos. Chorar menos.Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm e não a inveja que, prepotentemente, penso que têm. Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática as palavras que se fazem gestos e os gestos que se fazem palavras. Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar. Saber realizar os sonhos que nascem em mim e por mim e comigo morrem por eu não os saber sonhar. Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis; aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia. Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar, sonhar o amar, sonhar o amalgamar. Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza. Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental (aquela que a alma cria e que só ela, alma, ouve e só ela, alma, responde). Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos. Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas. Que eu saiba perder meus caminhos mas saiba recuperar meus destinos com dignidade. Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo: - Que eu não tenha medo de meus medos! Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças. Que eu faça de mim um homem sereno dentro de minha própria turbulência, sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos, humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas (que eu me mostre o quanto são pequenas minhas grandezas e o quanto é valiosa minha pequenez). Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão. Permita-me eu ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei, traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências; respeitar incondicionalmente o ser; o ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência, auxiliar a solidão de quem chegou, render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou. Que eu possa amar e ser amado. Que eu possa amar mesmo sem ser amado, fazer gentilezas quando recebo carinhos; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas. Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.

Amém!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O Casamento

Reflexão:

“Finalmente chegou – o dia do casamento da Anna, o dia que ela tinha sonhado e planejado por me­ses. A capela pequena e pitoresca estava repleta de amigos e familiares. Raios de sol penetravam pelos vitrais colo­ridos das janelas, e a música suave de um quarteto de cordas enchia o ambiente. Anna caminhava pela passarela em direção ao David. A alegria tomou conta. Este era o momento que ela tinha aguardado tanto. Ele segurou a sua mão carinhosamen­te, e se viraram para o altar.
Mas no momento em que o celebrante começou a conduzir Anna e David nos votos matrimoniais, aconteceu o impensável. Uma garota se levantou no meio da congregação, caminhou em silêncio para o altar e tomou a outra mão do David. Uma outra garota se aproximou e ficou ao lado da primeira, e depois outra também fez o mesmo. Logo, uma corrente de seis garotas estava ao seu lado enquanto ele fazia o voto para Anna.
Anna sentiu um tremor nos lábios enquanto as lágrimas enchiam os olhos.
Isso é algum tipo de piada? – ela sussurrou ao David.
Me… Perdoe-me, Anna. – ele disse, olhando para o chão.
Quem são estas meninas, David? O que está acontecen­do? – ela perdeu o fôlego.
- São garotas do meu passado. Ele respondeu com tris­teza. – Anna, elas não significam nada para mim hoje… Mas eu dei uma parte do meu coração para cada uma delas.
- Pensei que o seu coração fosse meu. Disse ela.
E é mesmo, é mesmo. Ele implorou. – Tudo o que sobrou é seu.
Uma lágrima correu pela face de Anna. Então ela acordou.
Anna me contou o seu sonho em uma carta. “Quando acor­dei me senti tão traída”, ela escreveu. “Mas logo fui atingida por um pensamento deprimente: Quantos homens se alinhariam ao meu lado no dia do meu casamento? Quantas vezes dei o meu coração em relacionamentos de curta duração? Será que vai so­brar alguma coisa para dar ao meu marido?”
Frequentemente penso no sonho da Anna. Esta imagem desagradável me persegue. Existem garotas no meu passado, tam­bém. E se elas resolvessem aparecer no dia do meu casamento? O que elas diriam na fila dos cumprimentos?
- Oi, Joshua. Você fez umas promessas muito bonitas lá no altar. Espero que você cumpra melhor as promessas hoje do que quando eu te conheci.
- Nossa como você está elegante neste fraque. E que noi­va bonita. Você já contou a ela sobre mim? Você já disse para ela todas aquelas coisas lindas que sussurrava no meu ouvido?
Têm alguns relacionamentos que só me trazem desgosto quando penso neles. Eu me esforço para esquecê-los. Eu tento diminuí-los como se fossem apenas parte do jogo do amor que todo mundo joga. Sei que Deus me perdoou, pois já pedi a Ele. Sei que as várias garotas me perdoaram, pois também pedi a elas.
Mas ainda sinto a dor de ter dado o meu coração para mais garotas do que devia no meu passado.”
“A não ser que um homem esteja preparado para pedir a uma mulher que seja a sua esposa, que direito tem de requisitar a sua atenção exclusiva? A não ser que tenha sido pedida em casamento, por que uma mulher sensível prometeria a qualquer homem a sua atenção exclusiva?”
Elisabeth Elliot
Esses são trechos retirados do livro “Eu disse adeus ao namoro” de Joshua Harris.
Uma sugestação de leitura a todos vocês, um excelente livro.
Bjs!!!

domingo, 20 de novembro de 2011

Vida Nas Mãos de Deus...


 Em Salmos 31. 14-15, o salmista Davi declara:  "Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: Tu és o meu Deus. Nas tuas mãos estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores". Em uma sociedade onde as pessoas estão cada vez mais interessadas em si mesmas, egocêntricas, cada vez mais confusas e inseguras acerca do dia de amanhã, como poderiam se aproximar-se de Deus e dizer-lhe com a mesma convicção de Davi, "nas tuas mãos estão os meus dias?" Só poderão pronunciar tais palavras, as pessoas que realmente dependem inteiramente de Deus. O nosso Deus é um piloto muito competente e só Ele é capaz de dirigir a "nave" de nossas vidas com segurança. Por ser assim, é que Davi resolveu confiar ao Senhor os seus traumas, tristezas, decepções e as muitas tempestades de sua vida. Rodeado de angústia aqui na Terra, ele apelou para os céus e entregou ao Senhor a condução dos seus dias. Nas mãos de quem você está colocando a sua vida? Faça a escolha certa: Confie seus cuidados a Deus. Não erre! Errar nisso é o mesmo que deixar alguém despreparado conduzir um avião. Pense nisso!!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Ser feliz ou ter razão?!?

Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro.
Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado.
Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.
Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência:

- Quero ser feliz ou ter razão?

Pense nisso e seja feliz!